31 de jan. de 2026

GAMELEIRA, FIGUEIRA-BRANCA - ( Ficus glabra )

GAMELEIRA, FIGUEIRA-BRANCA - ( Ficus glabra ) 

Ficus glabra


NOME CIENTÍFICOFicus glabra.

NOME POPULAR: Figueira-branca, gameleira.

FAMÍLIA: Moraceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Brasil - Região sudeste.

PORTE: Chega atingir 30 metros de altura.

Roots: Ficus glabra


FOLHAS: São alternas, simples, espalhadas por uma copa bem frondosa, que pode alcançar 30 metros de diâmetro.

Leaf Ficus glabra

Leaf: Ficus glabra


FRUTOS: Figo globoso, pequenos, de coloração verde-claro quando maduro, apreciado pela fauna.


TRONCO
: Bem grossos, são revestidos de casca quase lisa, com coloração cinza-claro. A madeira produzida tem pouca durabilidade sujeita ao apodrecimento e ataque de cupins.

RAÍZESTem raízes tabulares: é um tipo de raiz suporte que recebe esse nome em razão de sua aparência de grandes tábuas. Elas atuam aumentando a sustentação da planta, além de ajudarem na aeração, normalmente suas raízes são do tamanho de sua copa. 


Tree root: Ficus glabra


LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Moderada, aprecia solo ligeiramente úmido, regar 1 vez por semana.

CLIMA: Prefere clima subtropical.

PODA: Não necessária, mas pode ser feita poda de formação, retirando ramos secos, mal formados e brotações laterais.

CULTIVO: De crescimento rápido, atinge porte gigantesco, aprecia solo areno-argiloso.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, misturar bem na terra retirada de um cova de 40 X40 cm cerca de 20 a 30 litros de esterco de gado bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Árvore de grande porte, maravilhosa para grandes espaços, como parques e jardins, fornecendo uma sombra espetacular. Não devem ser cultivada próxima de muros, passeios e residências, pois possui raízes superficiais.

PROPAGAÇÃO: Por sementes que devem ser colhidas quando começarem a cair.

FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Jardim Botânico Plantarum, localizado em Nova Odessa / SP.

Como cuidar: Ficus glabra


29 de jan. de 2026

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

Arbusto ornamental, aromático e medicinal.

Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium


NOME CIENTÍFICO
Tetradenia riparia.

NOME POPULAR: pluma-de-nevoa, limonete, pau-de-incenso, falsa-mirra, umuravumba.

SINONÍMIA: Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium.

FAMÍLIA: Lamiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: África do Sul. 

PORTE: Até 2 metros de altura.

FOLHAS: Espessas, denteadas, de cor verde e bastante perfumadas.

LEAF: Tetradenia riparia


Nota: Suas folhas tem propriedades medicinais e são indicadas no tratamento de várias doenças e também usada como repelente de alguns insetos.

LEAF: Tetradenia riparia


FLORES: Pequenas, numerosas, com cores que variam do branco ao róseo-creme, são bem perfumadas, surgem nos meses agosto a setembro.

Flower: Tetradenia riparia


LUMINOSIDADE:  Sol pleno

ÁGUA: Regar de forma moderada, não gosta de solo encharcado.

CLIMA: Tolerante ao frio e climas subtropicais.

PODA: Podar anualmente 50% dos ramos após floração.

CULTIVO: Muito rústica, cultivar em solo que tenha uma boa drenagem, tem crescimento rápido e floresce no primeiro ano.

FERTILIZAÇÃO: Usar NPK (04-14-08), antes da florada, geralmente no meio/fim do inverno.

UTILIZAÇÃO: Um arbusto que pode ser utilizado como planta ornamental e também como planta medicinal.

PROPAGAÇÃO: Por estaquia,  as estacas devem ser feitas após o término da florada. 

IMAGENS: Fiz em Holambra/SP, pode, ser utilizadas desde que mencionada a fonte.

24 de jan. de 2026

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima )

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima ) 

Jatropha integerrima,

NOME CIENTÍFICONOME CIENTÍFICOJatropha integerrima. 

NOME POPULAR: peregrina, jatrofa-vermelha.

SINONÍMIAJatropha coccinea, Jatropha pandurifolia, Jatropha hastata 

FAMÍLIA: Euphorbiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central Insular (Antilhas) e países vizinhos.

PORTE: Normalmente de 2-3 metros de altura.

Nota: Encontrando ambiente favorável, pode atingir altura maior.

FOLHAS: Simples, alternadas, com tamanhos e formatos variados.

Leaf Jatropha integerrima


FLORES: As inflorescências despontam na extremidade dos ramos, são formadas por cachos com muitas flores, unissexuais (dioica), com cinco pétalas, que medem cerca de 2,5 cm de diâmetro, de coloração vermelho intenso e ocorrem durante o ano inteiro, mas principalmente no final da primavera e verão.

Flower Jatropha integerrima


FRUTOS: Medem cerca de 1-2 cm de comprimento e as sementes, de coloração amarelada ou marrom, geralmente menos de 1 cm.

TRONCO: Apesar de ser um arbusto com vários troncos finos, pode ser feita podas deixando um tronco único e conduzindo a planta como uma arvoreta.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

ÁGUA: Gosta de solo sempre úmido, mas nunca encharcado, para que não ocorra o apodrecimento radicular.

CLIMA: Tropical, tolerante ao clima subtropical desde que não ocorra um frio mais intenso, com ocorrência de geadas.

PODA: Para estimular novas brotações e uma florada mais intensa é importante podar no início da primavera, cerca de 1/3 da planta.

Nota: Utilizar instrumento bem afiado e esterilizado e passar fungicida (feito a base de cobre) nos cortes, para evitar entrada de doenças.

CULTIVO: Planta bastante rústica, aprecia solo rico em matéria orgânica, mantido úmido, mas que tenha ótima drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, misture bem na terra retirada da cova esterco animal sempre muito bem curtido, depois de 6 meses a manutenção deve ser feita com NPK, fórmula 04-14-08, colocando de 1-5 colheres de sopa sempre ao redor do caule na projeção da copa, incorporar levemente e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: É uma planta bastante ornamental que pode ser cultivada como arbusto ou pequena árvore em jardins, praças, canteiros e vasos grandes.

PROPAGAÇÃO: Por sementes e estaquia.

PLANTA TÓXICA: Todas partes da planta são tóxicas.

Nota: No manuseio usar luvas, pois a seiva leitosa pode causar irritação na pele. Não inalar fumaça da queima da planta.

PRAGAS E DOENÇAS: Insetos como pulgões, mosca-branca e outros costumam atacar a planta, ao notar a presença pulverize inseticida próprio para plantas para não deixar que ocorra uma grande infestação prejudicando a planta.


16 de jan. de 2026

CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

 CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili

NOME CIENTÍFICO: Citrus reshni.

NOME POPULAR: Cleópatra, tangerineira-cleópatra, cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili (na Índia).

FAMÍLIA: Rutaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Índia.

PORTE: Conforme manejo pode atingir de 4 a 6 metros de altura, pode ser cultivada também em vasos.



FOLHAS: De coloração verde médio, brilhantes com nervura central bem definida.

Leaf  Citrus reshni


FLORES: São pequenas, brancas e perfumadas, em regiões quentes podem aparecer mais de uma vez durante o ano.


Flower Citrus reshni


FRUTOS
: De coloração vermelho-alaranjado, pequeno, casca áspera, com muitas sementes.

Fruit Citrus reshni


TRONCOGeralmente com casca lisa a levemente rugosa

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Gosta de solo ligeiramente úmido, mas depois de adulta até resiste solo mais seco, devendo ser regada em caso de estiagem muito prolongada.

CLIMA: Aprecia clima quente a temperado, sem frio intenso.

PODA: Não necessária.

CULTIVO: As mudas poderão ser feitas a partir do caroço e tem germinação boa, como pode ser vista nas imagens dessa postagem.

Sead Citrus reshni


FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio misture bem na terra retirada da cova, esterco de gado muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Bastante conhecida e usada comercialmente como porta-enxerto e mais recentemente em cercas vivas.

Planting Citrus reshni


PROPAGAÇÃO: Por sementes.

IMAGENS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Mogi Mirim / SP.

9 de jan. de 2026

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )

Urechites lutea

NOME CIENTÍFICOUrechites lutea.

NOME POPULAR: dipladênia-amarela, mandevilla-amarela, alamanda-selvagem.

SINONÍMIAVinca lutea, Pentalinon luteum.

FAMÍLIA: Apocynaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central.

PORTE: Possui ramos lenhosos e volúveis que podem atingir entre 2,4 e 6 metros (8 a 20 pés) quando encontram suporte adequado.

Nota: A planta não se agarra sozinha, precisa de suportes como treliças e condução a medida que cresce.

FOLHAS: São de coloração de verde médio brilhantes na face superior e mais claras e opaca na face inferior, são perenes, ou seja durante o ano inteiro são vistas na planta.
 
Folha Urechites lutea

Folhas: MANDEVILA-AMARELA


FLORES: São grandes, vistosas, tem o formato de trombeta, sua cor é um amarelo-néon ou pálido, no verão é a época que desabrocham com maior intensidade, mas podem ser vistas durante todo o ano.
 
Flower Urechites lutea

Flor  DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM

TRONCO: Com o tempo os ramos se tornam lenhosos.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

Nota: Para ter bom florescimento precisa receber pelo menos quatro horas de luz solar.

ÁGUA: Prefere solo mantido úmido, mas não encharcado, regar com mais volume no verão e menos no inverno.

Nota: Antes de regar a planta novamente, verificar se a camada superficial do substrato está seco.

CLIMA: Sendo natural da América Central, aprecia clima quente e úmido

PODA: Para estimular novas brotações, após a floração, pontas dos ramos com folhas e flores secas devem ser removidas.

CULTIVO: Gosta de solo rico em matéria orgânica, mantido ligeiramente úmido e que tenha boa drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Aplicar ao redor do caule, nunca junto a ele, cerca de 1 a 5 colheres de sopa (conforme tamanho da planta) de NPK 04-14-08, incorporar levemente ao substrato para não danificar as raízes e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: Devido sua beleza e floração prolongada é bastante utilizada no paisagismo, podendo ser cultivada no solo e em vasos, ideal para cobrir muros, cercas e pergolados. 

PROPAGAÇÃO: Por estacas.

PLANTA TÓXICA: Todas as partes da planta são tóxicas, manusear com luvas pois causam irritação na pele.

PLANTA TÓXICA: A seiva leitosa pode causar queimaduras na pele e mucosa.

PRAGAS E DOENÇAS: Pode ser atacada por pulgões e cochonilhas e doenças fúngicas aparecendo como manchas foliares, ocorrem devido excesso de umidade nas folhas.

FOTOS DESTA POSTAGEM: As imagens fiz em Holambra / SP.

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )