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20 de fev de 2019

Como cuidar do LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES

Como cuidar do LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES

Zephyranthes - Branco


 LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES Flor branca
Como cuidar do LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES
Veja o vídeo



how to care for Zephyranthes
Como cuidar do LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES
Flor Branca com 6 pétalas
 LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES Flores brancas
Folhas finas e compridas
 LÍRIO-DA-CHUVA, ZEFIRANTES - folhas finas

17 de fev de 2019

COMO CUIDAR DA ORQUÍDEA VANDA


COMO CUIDAR DA ORQUÍDEA VANDA


Orquídea vanda como cuidar
COMO CUIDAR DA ORQUÍDEA VANDA

50 espécies, muitos cruzamentos feitos por produtores, gerando mais de 150 variedades de cores, com desenhos diferentes.

ORIGEM: Ásia: Regiões de pântanos e mangues

FOLHAS: Uma sequencia de folhas em duble.

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FLORES: Demoram cerca de 1 a 2 anos para despontar a primeira haste floral, as flores  duram cerca de 2 meses, depois de despontar a flor ainda cresce.

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Curiosidade: Para que os insetos não ataquem a flor ainda em botão a planta libera um líquido açucarado atrativo a eles.

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RAÍZES: São aéreas, chegam atingir mais 2 metros de comprimento, em seu habitat natural elas crescem até atingir o solo para buscar umidade, se a ponta estiver com a coloração verde ou marrom (conforme a espécie) significa que a planta está bem.

Nota: Não gostam de ficarem em vasos, alguns produtores estão comercializando a planta em vasos plásticos transparentes, sem substrato.

LUMINOSIDADE: Gosta de muita luz, mas não de luz solar direto, em seu ambiente natural recebe luz filtrada através das árvores.

REGAS: Não pode haver descuido, pode ser realizada de 2 formas: com uso de borrifador manual ou mergulhar a planta num balde com água (deixe até parar de sair bolhas de ar), com cuidado para não danificar as raízes.

Dica: Se as folhas se fecharem está faltando água, se estiverem abertas, rígidas e a planta pesada está hidratada.

No Verão: Diariamente, ou no mínimo 4 a 5 vezes por semana.

No Inverno: No mínimo 2 vezes por semana.

TEMPERATURA: Aprecia clima quente e úmido.

UMIDADE: Apreciam umidade do ar alta: em torno de 80%.

FERTILIZAÇÃO: Aplique NPK 20-10-10, 1 vez por semana.

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13 de fev de 2019

CODONANTE - ( Codonanthe gracilis )


Semi-herbácea
Imagem: Incactia

NOME CIENTÍFICO:  Codonanthe gracilis.

NOME POPULAR: codonante.


FAMÍLIA: Gesneriaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Brasil - Região da Mata Atlântica.

PORTE: Seus ramos pendentes podem atingir mais de 1 metro de comprimento.

FOLHAS: De formato lanceolada, são opostas, nascem em pares, pecíolo curto (cerca de 3 mm), de coloração verde claro quando novas, passando depois para uma tonalidade mais escura, medem cerca de 6 cm de comprimento, são carnosas, cerosas, lisas e brilhantes.

FLORES: As flores são pequenas, medem cerca de 1,5 - 2,0 cm, se formam nas axilas das folhas, tem coloração esbranquiçada e a base da corola com manchas castanho-avermelado.
Imagem: André Benedito

FRUTOS: As flores depois de polinizadas geram frutos tipo bagas redondas, de coloração verde e ao amadurecer passam a ter cor laranja brilhante, persistem por longo tempo na planta, surgem no verão.

Imagem: Marcia Stefani

LUMINOSIDADE: Gosta de luz solar filtrada por folhas das árvores, não suporta luz direta do sol, principalmente nas horas mais quente do dia (das 10h00 as 17h00).   

ÁGUA: O solo deve estar sempre úmido, mas não encharcado. Regar dia sim, dia não, com maior volume na época de calor.

CLIMA: Aprecia clima quente e úmido, Tropical e Subtropical.

Nota: Não tolera temperaturas baixas (menores que 13ºC).

PODA: Não é necessária, porém poderá ser feita se desejar conter crescimento descontrolado da planta.

CULTIVO: O solo deve ser rico em matéria orgânica, bem solto, com boa drenagem e mantido úmido. Por ser uma planta com hábito epífito pode ser usado substrato próprio para esses tipos de plantas.

FERTILIZAÇÃO: As raízes da planta são bem frágeis e podem ser “queimadas”, por essa razão use regularmente o fertilizante foliar em dose menor, diluindo em água.

UTILIZAÇÃO: É uma planta que tem raízes aéreas, em seu ambiente natural é comum ver dentro de formigueiros nas árvores, mas não é uma parasita. Nas residências fica bonita em cestas e jardineiras suspensas e em jardins verticais de forma isolada ou fazendo composição com outras plantas como orquídeas e bromélias.

PROPAGAÇÃO: Por sementes, por divisão da planta e por estaquia.

12 de fev de 2019

CHAPÉU-DO-PANAMÁ, PAJA TOQUILLA - ( Carludovica palmata )


Herbácea rizomatosa.

Imagem: rarepalmseeds.com

Imagem: PanamaHatMall 

NOME CIENTÍFICOCarludovica palmata.


NOME POPULAR: chapéu-panamá, bombonaça, carludovica, paja- toquilla, panamá-hat-palm, jungle-drum.


Curiosidade: Apesar de receber esse nome popular, a planta não é nativa do Panamá, suas fibras são utilizadas para fabricação do famoso chapéu, por ocasião da construção do Canal do Panamá, foi muito utilizado para proteger os trabalhadores do sol intenso.

SINONÍMIASalmia palmata, Ludovia palmata, Carludovica serrata, Carludovica incisa, Carludovica gigantea.  

FAMÍLIA: Cyclanthaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Região que vai do sul do México ao norte da América do Sul, principalmente Equador, Colômbia e Peru.

PORTE: Chega atingir 2 metros de altura, mas encontrando ambientes altamente favoráveis, podem ser visto em tamanhos maiores.

FOLHAS: Em forma de leque, muito parecida com as das palmeiras, são sustentadas por um longo pecíolo, medem cerca de 80 cm de largura e tem coloração verde médio vibrante.

FLORES: Sua inflorescência de formato cilíndrico e alongado não tem destaque ornamental.

FRUTOS: As flores fecundadas dão origem a frutos de coloração vermelho vivo, que fazem bonito contraste com as folhas.
 
Imagem: Wikipédia
TRONCO: Acaule.

LUMINOSIDADE: Meia-sombra.

Nota: Conforme a região tolera sol pleno, mas de uma forma geral não gosta de receber luz direta do sol nas horas mais quentes do dia, também aceita sombra em locais com bastante claridade.

ÁGUA: Gosta de solo úmido, mas não encharcado,  não descuidar das regas até que a planta se estabeleça, após isso as regas poderão ser um pouco mais espaçadas.

CLIMA: Prefere clima quente e úmido, em altitudes menores de 800 metros e temperatura de 24 - 32ºC e média de chuva anual entre 1.200 a 1.800 mm.

PODA: Não necessária,  mas se for desejo em reduzir o tamanho da touceira algumas brotações poderão ser retiradas.

CULTIVO: Aprecia solo rico em matéria orgânica, que tenha boa drenagem e mantido úmido.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio misture bem na terra retirada da cova esterco animal sempre muito bem curtido ou composto orgânico, após 6 meses volte aplicar ao redor do caule, não junto a ele, incorpore levemente ao solo e regue em seguida.

UTILIZAÇÃO: Pode ser usada como planta isolada de destaque ou formando conjuntos ao longo de cercas e muros ou fazendo composição com outras plantas.

Imagem: www.presidencia.gob.ec/

Nota: Para ser feito um único chapéu, são necessárias seis folhas que se cultivadas a partir de sementes, demoram cerca de sete anos para o primeiro corte, passam por um processo de amaciamento, branqueamento, adição de produtos e secagem. O original é fabricado no Equador, especialmente em Montecristi e Cuenca.

PROPAGAÇÃO: Por sementes (retire o revestimento carnoso) e divisão da planta mantendo raízes.

10 de fev de 2019

MILHO-DE-URUBU, ANTÚRIO-SELVAGEM - ( Anthurium affine )


Semi-herbácea rizomatosa.

Imagem: Rich Hoyer - www.inaturalist.org


NOME CIENTÍFICOAnthurium affine.

NOME POPULAR: antúrio-selvagem, milho-de-urubu, língua-de-sogra.


FAMÍLIA: Araceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Brasil - Mata Atlântica.

PORTE: Chega atingir cerca de 1,50 metros de altura.

FOLHAS: São bem grandes, chegando a mais de 1 metro de comprimento, fortemente onduladas na borda, tem nervuras bem definidas e são sustentadas por um longo pecíolo.

FLORES: As inflorescências, são cilíndricas e carnosas, sustentadas por um robusto pedúnculo.
Imagem: Rich Hoyer - www.inaturalist.org

FRUTOS: As inflorescências, após fecundação dão origem a inúmeros frutinhos de coloração vermelho vivo.

TRONCO: Curto e vigoroso.

LUMINOSIDADE: Meia-sombra.

Nota: Conforme o clima da região a planta deve ser protegida do sol direto nas horas mais quentes do dia, aprecia luz filtrada de árvores.

ÁGUA: Gosta de solo mantido úmido, mas não encharcado.

CLIMA: Gosta de clima quente e úmido, tolera o frio subtropical em regiões de baixa altitude, desde que não seja intenso e prolongado.

PODA: Não necessária, mas com finalidade estética, as folhas secas podem ser cortadas.

CULTIVO: Deve ser rico em matéria orgânica, mantido úmido e pode ser arenoso.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio misture bem esterco animal, sempre muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Fica muito bonito cultivado individualmente como planta em destaque, em grupos e também em vasos grandes.

Nota: Ventos fortes danificam suas folhas.

PROPAGAÇÃO: É feita por sementes ou separando as brotações que nascem nas laterais da planta-mãe, mas sempre com um pedaço do rizoma.

PLANTA MEDICINAL: Tem propriedades medicinais, sendo utilizada na medicina popular no tratamento de algumas doenças, tais como: tratamento e controle psoríase, doenças cardiovasculares e diabetes.

9 de fev de 2019

PLANTA-ARANHA, CLEOME - ( Cleome hassleriana )


Semi-herbácea.
Imagem: Amazon.com

NOME CIENTÍFICOCleome hassleriana.

Nota: Existe no mercado cultivares com uma grande variedade de cores, incluindo branco, rosa, rosa e lavanda, em destaque as ‘Queen’ e ‘Senorita Series’.

NOME POPULAR: cleome, planta-aranha, mussambê, mussambê-fedorento.

SINONÍMIACleome houtteana, Tarenaya hassleriana.

FAMÍLIA: Cleomaceae

CICLO DE VIDA: Anual.


Nota: Em regiões com clima em que a temperatura não fique abaixo de zero a planta é perene.

ORIGEM: América do Sul: Região Sudeste do Brasil até o Uruguai.

PORTE: De 0,60 - 1,50 metros de altura.

Nota: Em locais com menos luminosidade a planta atinge alturas maiores e chega a tombar.

FOLHAS: Podemos dividi-las em duas partes, as que nascem próximas à base (parte inferior do caule - cerca de 1/3), tem formato lanceolado (lança) com 5-7 folíolos, medindo até 12 cm de comprimento e 4 cm de largura. No restante do caule, nascem aglomeradas em forma de espiral e mudam de tamanho.

Nota: Principalmente quando “machucadas” elas exalam um cheiro característico não muito agradável para nosso olfato, por essa razão recebeu os nomes populares descritos nessa postagem.

FLORES: As grandes inflorescências de coloração roxa, rosa ou brancas, nascem nas extremidades dos caules, é formada por muitas flores, que medem um pouco mais de 2 cm, tem 4 pétalas, seis longos estames e vão se abrindo gradativamente ao longo dos meses.
Nota: Apesar de não ter perfume perceptível, beija-flores e borboletas são atraídos, outro visitante é a curiosa mariposa-beija-flor que chega ao anoitecer.

FRUTOS: É uma vagem longa (cerca de 15 cm) e bem fina (cerca de 3 mm), contendo muitas sementes, desponta logo abaixo das inflorescências, Nos 2/3 superiores, nascem espiraladas

LUMINOSIDADE: Sol Pleno.

ÁGUA: Gosta de solo úmido, regar dia sim dia não, principalmente até a planta se estabelecer, após esse período até é resistente a alguma seca desde que não seja prolongada.

CLIMA: Gosta de clima temperado, podem ser cultivadas em regiões mais quentes, desde que sejam de altitude.

PODA: Quando cultivada em conjunto, os ramos mais altos podem ser podados o que dará um aspecto de um aglomerado mais compacto, a remoção de flores murchas irá estimular novas brotações.

CULTIVO: Aprecia solo rico em matéria orgânica, mantido úmido.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião da preparação do canteiro, misturar bem esterco animal sempre muito bem curtido, ou composto orgânico, para manutenção aplicar NPK 04-14-08, sempre ao redor dos caules, nunca junto a eles.

UTILIZAÇÃO: Fica muito bonito em grupos ao longo de muros e cercas e fazendo composição com outras plantas.

PROPAGAÇÃO: Por sementes.

Nota: As sementes caem e germinam ao redor da planta mãe, levam cerca de 10 dias para que isso aconteça.








5 de fev de 2019

CEBOLA-ORNAMENTAL-GIGANTE - ( Allium giganteum )


Herbácea Bulbosa

 Allium giganteum
CEBOLA-ORNAMENTAL-GIGANTE - (  Allium giganteum )

NOME CIENTÍFICOAllium giganteum.


NOME POPULAR: cebola-ornamental-gigante.


FAMÍLIA: Amaryllidaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Irã, Turquia, Afeganistão e países vizinhos.

PORTE: A planta chega a 45 cm de altura e as hastes florais a 1,5 metros de altura.

FOLHAS: É formada por um aglomerado de folhas que brotam diretamente do bulbo, quando macerados as folhas exalam um cheiro de alho/cebola.

FLORES: A espetacular inflorescência esférica de 15 cm de diâmetro é formada de inúmeras flores de coloração lilás- arroxeadas, no formato de uma estrela com seis pontas que nascem de uma longa haste que pode atingir mais de 1 metro de altura.

 Allium giganteum
CEBOLA-ORNAMENTAL-GIGANTE - (  Allium giganteum )
CEBOLA-ORNAMENTAL-GIGANTE - (  Allium giganteum )
CEBOLA-ORNAMENTAL-GIGANTE - (  Allium giganteum )

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Após a dormência, manter o solo úmido, mas não encharcado, após as flores murcharem, reduza drasticamente as regas.

CLIMA: Temperado.

PODA: Não necessária.

CULTIVO: O solo deve ser rico em matéria orgânica, solto e com boa drenagem.

Nota: Para darem sustentação as enormes hastes florais o bulbo deve ser plantado a uma profundidade de 15 cm. Em locais com vento forte, estacas deverão ser colocadas, para não ocorra o tombamento.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio do bulbo misture bem na terra retirada da cova, esterco animal (sempre muito bem curtido) ou composto orgânico. Para manutenção, aplique no final do inverno, ao redor da planta, nunca junto a ela cerca de 2 -3 colheres de sopa de NPK 04-14-08, incorpore no substrato e regue em seguida

UTILIZAÇÃO: Fica muito bonito quando cultivado em grupos, com espaçamento adequado entre plantas, fazendo composição com outras espécies de menor porte.

PROPAGAÇÃO: É feita por sementes e pelos bulbilhos que se formam junto ao bulbo mãe.

PRAGAS E DOENÇAS: Não é muito comum ocorrer doenças ou ataque de insetos, mas as folhas poderão ser atacadas por lesmas e o bulbo por larvas de besouros. Muita água poderá ocorrer à podridão do bulbo.

IMAGENS DESTA POSTAGEM: Sil Wittmann.