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Não trabalho com venda de plantas e não envio sementes.
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22 de out. de 2017

palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )

folhas Washingtonia filifera
palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )

NOME CIENTÍFICOWashingtonia filifera.


NOME POPULAR: palmeira-de-saia-da-california, palmeira-da-california, washingtônia-de-saia, palmeira-de-saia.


SINONÍMIA

FAMÍLIA: Arecaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Estados Unidos, México.

PORTE: Normalmente chega atingir mais de 15 metros de altura, mas são encontradas em dimensões bem maiores.

FOLHAS: Grandes, em forma de leque, depois de secas não caem, formando uma cobertura em todo tronco. 

Nota: Servem de abrigo para passarinhos e outros insetos

folhas palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )
palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )
FLORES: As inflorescências são compostas de numerosas flores de coloração branco-amareladas.

Flowers palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )
palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )

FRUTOS: Drupas de tamanho pequeno, quando maduros tem a coloração roxa / negro.

TRONCO: Simples, de coloração acinzentada, medindo de 60-80 cm de diâmetro.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, tolera meia-sombra.

ÁGUA: Gosta de solo ligeiramente úmido, mas não encharcado, regar 2 vezes por semana, depois de adulta, somente em caso de estiagem muito prolongada.

CLIMA: Prefere clima subtropical quente ou temperado moderado, tolera frio desde que não seja muito intenso.

PODA: Não necessária, mas principalmente em razão de perigo de incêndio, as folhas mais baixas podem ser retiradas.

CULTIVO: Gosta de solo rico em matéria orgânica que tenha boa drenagem

FERTILIZAÇÃO: Principalmente durante seus primeiros anos de vida, aplicar NPK 10-10-10, de 1 a 5 colheres de sopa (conforme tamanho da planta), sempre ao redor do caule, nunca junto a ele, incorporar levemente ao solo ou substrato, com cuidado para não danificar as raízes, regue em seguida.

UTILIZAÇÃO: Fica muito bonita alinhadas em grandes avenidas e jardins, quando jovem pode ser utilizada em vasos em locais com ótima luminosidade.

PROPAGAÇÃO: É feita por sementes que germinam em torno de 30 dias.

PRAGAS E DOENÇAS: Principalmente besouros podem vir a prejudicar e conforme quantidade até matar a planta, devorando seu caule.
 
Washingtonia filifera
palmeira-de-saia-da-califórnia - ( Washingtonia filifera )

IMAGENS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Orto Botânico de Roma / Itália.

21 de out. de 2017

CHOCA-BARRADA, MARIA-COCÁ, GATA-VÉIA - ( Thamnophilus doliatus )

CHOCA-BARRADA, MARIA-COCÁ, GATA-VÉIA - ( Thamnophilus doliatus ) - FEMEA

CHOCA-BARRADA, MARIA-COCÁ, GATA-VÉIA - ( Thamnophilus doliatus ) - MACHO

NOME CIENTÍFICOThamnophilus doliatus.

Significação do nome científico:
thamnos (grego) = arbusto
philos (grego) = que ama, que adora.
Doliatus (latim) = barrado, listrado.

NOME POPULAR: choca-barrada, maria-cocá, chorró-cocá, se-eu-sou-seu-coroné (em Minas Gerais), gata-véia (no interior paulista).

Nota:
- [Zool.]- Choca é o nome popular e genérico de várias aves da Ordem Passeriformes.
- Barrado: coberto e revestido de barro, que tem barras ou listras.

FAMÍLIA: Thamnophilidae.

ORDEM: Passeriformes.

Nota: Possui onze subespécies.

TAMANHO: Mede em média, 16 centímetros.

DISTRIBUIÇÃO: No Brasil, na faixa central do País, desde o Paraná até Roraima e o Amapá.

Nota: Também no México à Bolívia, Norte da Argentina.

ALIMENTAÇÃO: Exclusivamente invertebrados, a caça é feita geralmente na parte central e alta dos arbustos.

REPRODUÇÃO: O ninho, em forma de taça, geralmente é construído em arbustos fechados e nas bordas de mata. Normalmente a postura é de dois ovos, levam um período de duas semanas para nascerem. O casal se reveza na tarefa de alimentar os filhotes. Depois de duas semanas, eles abandonam o ninho.

PLUMAGEM: A plumagem deste pássaro é digna de admiração:

Macho: Sua coloração é negra, barrado em todo o corpo de branco (menos na cabeça) o que lhe confere um dos nomes populares.
 
CHOCA-BARRADA, MARIA-COCÁ, GATA-VÉIA - ( Thamnophilus doliatus ) - MACHO
Femea: A choca-barrada tem cor pardo-ferrugínea quase uniforme, com as partes inferiores levemente mais claras, a face estriada e olhos também claros. Os lados da cabeça são estriados de um pardo-anegrado. As penas na cabeça são levantadas parecendo um topete.
 
CHOCA-BARRADA, MARIA-COCÁ, GATA-VÉIA - ( Thamnophilus doliatus ) - FEMEA
CANTO: Apresenta um canto melodioso de chamada, com uma sequência acelerada e depois descendente.


COMPORTAMENTO: Tem boa adaptação em áreas alteradas, não é arisca sendo uma dos passarinhos que mais se aproxima do ser humano.

IMAGENS: A da fêmea fiz na chácara onde moro em Mogi Mirim / SP, a do macho é da minha amiga Vera da Matta Costa de Campinas / SP.

19 de out. de 2017

TESOURINHA-DO-CAMPO, TESOURA - ( Tyrannus savana )

TESOURINHA-DO-CAMPO, TESOURA - ( Tyrannus savana )

NOME POPULAR
: tesoura, tesoureira, tesourinha-do-campo

NOME CIENTÍFICO: Tyrannus savana.

FAMÍLIA: Tyrannidae.

ALIMENTAÇÃO: frutos e insetos.

TESOURINHA-DO-CAMPO, TESOURA - ( Tyrannus savana )

CORES: Tem um capuz negro, e dorso cinza uniforme, os machos têm as duas penas da cauda um pouco maiores que as da fêmea.

REPRODUÇÃO: No Brasil ocorre entre os meses setembro a dezembro, o ninho tem de 1 a 3 ovos, não é bem feito e é facilmente derrubada por ventos fortes, a taxa de sucesso é menos que 40%, a incubação leva em torno de 13 a 14 dias, os pais se revezam na criação dos filhotes, após 15 dias eles deixam o ninho.

AVE MIGRATÓRIASe reproduzem da região central para o sul da América do Sul de setembro a janeiro, migrando para o norte da América do Sul para passar a temporada de não reprodução.

TESOURINHA-DO-CAMPO, TESOURA - ( Tyrannus savana )

SITE DE REFERÊNCIA
:  
http://www.wikiaves.com.br/tesourinha

17 de out. de 2017

MÃE-DE-MILHARES, MOTHER OF THOUSANDS - ( Kalanchoe daigremontiana )

MÃE-DE-MILHARES, MOTHER OF THOUSANDS - (  Kalanchoe daigremontiana )

NOME CIENTÍFICOKalanchoe daigremontiana.

NOME POPULAR: mãe-de-milhares, mãe-de-muitos, Mother of Thousands (inglês).

SINONÍMIABryophyllum daigremontianum.

FAMÍLIA: Crassulaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Madagascar.

PORTE: Pode atingir até 1 metro de altura.

FOLHAS: Suculentas, de coloração verde médio / acinzentado, com manchas rochas na face inferior, mede cerca de 15-20 cm de comprimento, por um pouco mais de 3 cm de largura.

MÃE-DE-MILHARES, MOTHER OF THOUSANDS - (  Kalanchoe daigremontiana )

LUMINOSIDADE: Meia-sombra ou sol pleno.

Nota: A luz direta do sol nas horas mais quente do dia em lugares de clima quente poderá deixar as folhas “queimadas”.

ÁGUA: Como todas as plantas suculentas, como acumulam água, regar 1 vez por semana, permitindo que o substrato seque quase completamente entre duas regas.

Nota: Nunca deixe água acumulada, porque irá apodrecer as raízes e folhas e matar a planta.

CLIMA: Aprecia clima quente, não suporta frio intenso.

PODA: Apenas a retirada de ramos secos e desbaste para conter expansão da planta se achar necessário.

CULTIVO: Utilizar um substrato que tenha boa drenagem e não retenha água, sugestão: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia grossa.

FERTILIZAÇÃO: No outono, aplicar NPK 04-14-08 a cada 15 dias, cerca de 1 a 3 colheres de sopa, conforme tamanho do vaso, incorporar ao substrato com cuidado para não danificar as raízes da planta e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: Bastante ornamental, fica muito bonita em vasos e jardineiras.

Nota: Para cultivar diretamente no solo, é necessário que ele tenha boa drenagem, o que pode ser conseguido com a substituição de parte dele em profundidade e largura onde for plantada.

PROPAGAÇÃO: É feita por brotos que nascem nas folhas e ao cair no solo continuam a propagação da espécie.

Nota: A melhor época para fazer mudas é na primavera ou no verão, basta remover as mudinhas que já estão com pequenas raízes e coloca-las em substrato adequado, o crescimento é relativamente rápido.

PLANTA TÓXICA: Cuidados especiais com crianças e animais domésticos, pois todas as partes da planta são baste tóxicas e conforme quantidade ingerida poderá levar a morte.

PLANTA MEDICINAL: Tem propriedades medicinais, sendo utilizada no tratamento de várias doenças, entre elas o câncer.

Atenção: A utilização da planta para fins medicinais deve ser usada da forma e dosagem correta, para não ter efeito contrário ao desejado, vejam que é uma planta tóxica.

PRAGAS E DOENÇAS: Umidade em excesso, causam o aparecimento de manchas nas folhas, causadas por fungos, para tratar manter a planta em local arejado e aplicar fungicida que é feito a base de cobre.

MÃE-DE-MILHARES, MOTHER OF THOUSANDS - (  Kalanchoe daigremontiana )


FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Orto Botânico de Roma – Itália.

16 de out. de 2017

BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)

Herbácea de grande porte
BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)

NOME CIENTÍFICOPhytolacca dioica L.

NOME POPULAR: ombu, umbu, bela-sombra, cebolão, maria-mole, ombú-elephant-tree (em inglês).

Nota: O nome ombu deriva da palavra guarani que significa sombra.

SINONÍMIAPhytolacca arbórea, Phytolacca populifolia, Pircunia dioica.

FAMÍLIA: Phytolaccaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América do Sul, região dos pampas (Argentina, Uruguai e Brasil).

Nota: Utilizada como árvore ornamental nos países de clima mediterrânico.

PORTE: Pode atingir de 12 a mais de 20 metros de altura.

FOLHAS: Simples, de 20-25 cm de comprimento, de coloração verde escura e com brilho na face superior e verde de tonalidade mais clara e esbranquiçada na face inferior.
 
BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)
BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)
BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)

FLORES
: Medindo até 15 cm de comprimento, se formam em racemos na extremidade dos ramos, são pequenas, com muitos estames e tem coloração esbranquiçada.
 
Flores: BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)
FRUTOS: É uma baga de casca amarela, de polpa macia, contendo muitas sementes que medem cerca de 3 mm de coloração cinza-escuro ou negra.
 
Frutos: BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)
Nota: Os frutos são apreciados por pássaros.

Frutos: BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)

Frutos: BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)

TRONCO: Grosso, intumescido na base, medindo cerca de 8-160 cm de diâmetro, bastante porosa e leve.
 
Tronco: BELA-SOMBRA, OMBU, OMBÚ-ELEPHANT-TREE - ( Phytolacca dioica L.)
Nota: Apesar de ter aparência de uma árvore, na realidade é uma herbácea, não tem madeira no seu caule.

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Gosta de solo ligeiramente úmido e não tolera encharcamento, seu tronco acumula água para resistir a épocas mais secas.

CLIMA: Temperado, resiste geadas.

PODA: Não necessária, apenas retirada de galhos secos e mal formados.

CULTIVO: De fácil cultivo e crescimento rápido.

UTILIZAÇÃO: Bastante ornamental, mas devido às dimensões da planta, só deve ser utilizada em jardins de médio a grande porte, suas raízes na busca constante por umidade são bastante agressivas.  

Nota: Utilizada em técnicas de bonsai, principalmente devido o engrossamento do caule junto a base e ao rápido crescimento.

PROPAGAÇÃO: Por sementes, tem elevada taxa de germinação (cerca de 90%), a emergência acontece em 1 a 2 semanas.

PLANTA TÓXICA: A seiva é tóxica e tem cheiro ruim, com isso a planta não é atacada por animais herbívoros e insetos.

PLANTA MEDICINAL: Tem propriedades medicinais, utilizado para dores reumáticas, atrite e como laxativos.

PRAGAS E DOENÇAS: Devido a sua seiva tóxica, a planta resiste bem a ataque de insetos.


FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Orto Botânico em Roma / Itália.