29 de jan. de 2026

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

Arbusto ornamental, aromático e medicinal.

Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium


NOME CIENTÍFICO
Tetradenia riparia.

NOME POPULAR: pluma-de-nevoa, limonete, pau-de-incenso, falsa-mirra, umuravumba.

SINONÍMIA: Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium.

FAMÍLIA: Lamiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: África do Sul. 

PORTE: Até 2 metros de altura.

FOLHAS: Espessas, denteadas, de cor verde e bastante perfumadas.

LEAF: Tetradenia riparia


Nota: Suas folhas tem propriedades medicinais e são indicadas no tratamento de várias doenças e também usada como repelente de alguns insetos.

LEAF: Tetradenia riparia


FLORES: Pequenas, numerosas, com cores que variam do branco ao róseo-creme, são bem perfumadas, surgem nos meses agosto a setembro.

Flower: Tetradenia riparia


LUMINOSIDADE:  Sol pleno

ÁGUA: Regar de forma moderada, não gosta de solo encharcado.

CLIMA: Tolerante ao frio e climas subtropicais.

PODA: Podar anualmente 50% dos ramos após floração.

CULTIVO: Muito rústica, cultivar em solo que tenha uma boa drenagem, tem crescimento rápido e floresce no primeiro ano.

FERTILIZAÇÃO: Usar NPK (04-14-08), antes da florada, geralmente no meio/fim do inverno.

UTILIZAÇÃO: Um arbusto que pode ser utilizado como planta ornamental e também como planta medicinal.

PROPAGAÇÃO: Por estaquia,  as estacas devem ser feitas após o término da florada. 

IMAGENS: Fiz em Holambra/SP, pode, ser utilizadas desde que mencionada a fonte.

24 de jan. de 2026

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima )

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima ) 

Jatropha integerrima,

NOME CIENTÍFICONOME CIENTÍFICOJatropha integerrima. 

NOME POPULAR: peregrina, jatrofa-vermelha.

SINONÍMIAJatropha coccinea, Jatropha pandurifolia, Jatropha hastata 

FAMÍLIA: Euphorbiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central Insular (Antilhas) e países vizinhos.

PORTE: Normalmente de 2-3 metros de altura.

Nota: Encontrando ambiente favorável, pode atingir altura maior.

FOLHAS: Simples, alternadas, com tamanhos e formatos variados.

Leaf Jatropha integerrima


FLORES: As inflorescências despontam na extremidade dos ramos, são formadas por cachos com muitas flores, unissexuais (dioica), com cinco pétalas, que medem cerca de 2,5 cm de diâmetro, de coloração vermelho intenso e ocorrem durante o ano inteiro, mas principalmente no final da primavera e verão.

Flower Jatropha integerrima


FRUTOS: Medem cerca de 1-2 cm de comprimento e as sementes, de coloração amarelada ou marrom, geralmente menos de 1 cm.

TRONCO: Apesar de ser um arbusto com vários troncos finos, pode ser feita podas deixando um tronco único e conduzindo a planta como uma arvoreta.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

ÁGUA: Gosta de solo sempre úmido, mas nunca encharcado, para que não ocorra o apodrecimento radicular.

CLIMA: Tropical, tolerante ao clima subtropical desde que não ocorra um frio mais intenso, com ocorrência de geadas.

PODA: Para estimular novas brotações e uma florada mais intensa é importante podar no início da primavera, cerca de 1/3 da planta.

Nota: Utilizar instrumento bem afiado e esterilizado e passar fungicida (feito a base de cobre) nos cortes, para evitar entrada de doenças.

CULTIVO: Planta bastante rústica, aprecia solo rico em matéria orgânica, mantido úmido, mas que tenha ótima drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, misture bem na terra retirada da cova esterco animal sempre muito bem curtido, depois de 6 meses a manutenção deve ser feita com NPK, fórmula 04-14-08, colocando de 1-5 colheres de sopa sempre ao redor do caule na projeção da copa, incorporar levemente e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: É uma planta bastante ornamental que pode ser cultivada como arbusto ou pequena árvore em jardins, praças, canteiros e vasos grandes.

PROPAGAÇÃO: Por sementes e estaquia.

PLANTA TÓXICA: Todas partes da planta são tóxicas.

Nota: No manuseio usar luvas, pois a seiva leitosa pode causar irritação na pele. Não inalar fumaça da queima da planta.

PRAGAS E DOENÇAS: Insetos como pulgões, mosca-branca e outros costumam atacar a planta, ao notar a presença pulverize inseticida próprio para plantas para não deixar que ocorra uma grande infestação prejudicando a planta.


16 de jan. de 2026

CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

 CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili

NOME CIENTÍFICO: Citrus reshni.

NOME POPULAR: Cleópatra, tangerineira-cleópatra, cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili (na Índia).

FAMÍLIA: Rutaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Índia.

PORTE: Conforme manejo pode atingir de 4 a 6 metros de altura, pode ser cultivada também em vasos.



FOLHAS: De coloração verde médio, brilhantes com nervura central bem definida.

Leaf  Citrus reshni


FLORES: São pequenas, brancas e perfumadas, em regiões quentes podem aparecer mais de uma vez durante o ano.


Flower Citrus reshni


FRUTOS
: De coloração vermelho-alaranjado, pequeno, casca áspera, com muitas sementes.

Fruit Citrus reshni


TRONCOGeralmente com casca lisa a levemente rugosa

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Gosta de solo ligeiramente úmido, mas depois de adulta até resiste solo mais seco, devendo ser regada em caso de estiagem muito prolongada.

CLIMA: Aprecia clima quente a temperado, sem frio intenso.

PODA: Não necessária.

CULTIVO: As mudas poderão ser feitas a partir do caroço e tem germinação boa, como pode ser vista nas imagens dessa postagem.

Sead Citrus reshni


FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio misture bem na terra retirada da cova, esterco de gado muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Bastante conhecida e usada comercialmente como porta-enxerto e mais recentemente em cercas vivas.

Planting Citrus reshni


PROPAGAÇÃO: Por sementes.

IMAGENS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Mogi Mirim / SP.

9 de jan. de 2026

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )

Urechites lutea

NOME CIENTÍFICOUrechites lutea.

NOME POPULAR: dipladênia-amarela, mandevilla-amarela, alamanda-selvagem.

SINONÍMIAVinca lutea, Pentalinon luteum.

FAMÍLIA: Apocynaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central.

PORTE: Possui ramos lenhosos e volúveis que podem atingir entre 2,4 e 6 metros (8 a 20 pés) quando encontram suporte adequado.

Nota: A planta não se agarra sozinha, precisa de suportes como treliças e condução a medida que cresce.

FOLHAS: São de coloração de verde médio brilhantes na face superior e mais claras e opaca na face inferior, são perenes, ou seja durante o ano inteiro são vistas na planta.
 
Folha Urechites lutea

Folhas: MANDEVILA-AMARELA


FLORES: São grandes, vistosas, tem o formato de trombeta, sua cor é um amarelo-néon ou pálido, no verão é a época que desabrocham com maior intensidade, mas podem ser vistas durante todo o ano.
 
Flower Urechites lutea

Flor  DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM

TRONCO: Com o tempo os ramos se tornam lenhosos.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

Nota: Para ter bom florescimento precisa receber pelo menos quatro horas de luz solar.

ÁGUA: Prefere solo mantido úmido, mas não encharcado, regar com mais volume no verão e menos no inverno.

Nota: Antes de regar a planta novamente, verificar se a camada superficial do substrato está seco.

CLIMA: Sendo natural da América Central, aprecia clima quente e úmido

PODA: Para estimular novas brotações, após a floração, pontas dos ramos com folhas e flores secas devem ser removidas.

CULTIVO: Gosta de solo rico em matéria orgânica, mantido ligeiramente úmido e que tenha boa drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Aplicar ao redor do caule, nunca junto a ele, cerca de 1 a 5 colheres de sopa (conforme tamanho da planta) de NPK 04-14-08, incorporar levemente ao substrato para não danificar as raízes e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: Devido sua beleza e floração prolongada é bastante utilizada no paisagismo, podendo ser cultivada no solo e em vasos, ideal para cobrir muros, cercas e pergolados. 

PROPAGAÇÃO: Por estacas.

PLANTA TÓXICA: Todas as partes da planta são tóxicas, manusear com luvas pois causam irritação na pele.

PLANTA TÓXICA: A seiva leitosa pode causar queimaduras na pele e mucosa.

PRAGAS E DOENÇAS: Pode ser atacada por pulgões e cochonilhas e doenças fúngicas aparecendo como manchas foliares, ocorrem devido excesso de umidade nas folhas.

FOTOS DESTA POSTAGEM: As imagens fiz em Holambra / SP.

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )

4 de dez. de 2025

FLOR-DE-NATAL, POINSÉTIA - ( Euphorbia pulcherrima )

 

Bico-de-papagaio, poinsétia, Folha-de-sangue, flor-de-são-joão, flor-de-páscoa, flor-de-natal.

NOME CIENTÍFICOEuphorbia pulcherrima

NOME POPULAR: Bico-de-papagaio, poinsétia, Folha-de-sangue, flor-de-são-joão, flor-de-páscoa, flor-de-natal.

SINONÍMIAEuphorbia caracasana, Euphorbia coccinea, Euphorbia erithrophylla, Poinsetia pulcherrima.

FAMÍLIA: Euphorbiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América do Norte - México.

PORTE: Atinge 3 metros de altura numa única temporada.

FOLHAS: Ásperas que medem de 10 a 20 cm, mas que variam na textura e tamanho conforme a cultivar.

LEAF Euphorbia caracasana, Euphorbia coccinea, Euphorbia erithrophylla, Poinsetia pulcherrima.


FLORES: As flores aparecem no fim do outono até início da primavera, são minúsculas protuberâncias de cor verde-amareladas, que despontam nas pontas dos galhos adultos, mas as brácteas (folhas modificadas) são grandes e coloridas que fazem todo efeito ornamental desta planta. 

Flower Euphorbia caracasana, Euphorbia coccinea, Euphorbia erithrophylla, Poinsetia pulcherrima.


Nota: Existem atualmente muitos cultivares, resultado de melhoramento genético, portando, vamos encontrar brácteas de cor vermelha, rosadas, brancas, amarelas e cores intermediárias.




TRONCO: De textura rugosa e semi-lenhosa.



LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Aprecia água, mas não solo encharcado, 2  a 3 regas semanais são suficientes.

CLIMA: Prefere clima quente e úmido. Não tolera geadas.

PODA: Para ter uma folhagem inteiramente nova, pode a planta na primavera de cada ano a 15 cm do solo.

CULTIVO: Solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e que tenha boa drenagem.

FERTILIZAÇÃO: NPK, fórmula 10-10-10.

UTILIZAÇÃO: A maioria das pessoas conhecem esta planta em vasos e de bráctea vermelha, que bastante comercializada por ocasião do Natal, mas ela fica maravilhosa de forma isolada ou em conjunto semeada no jardim.

PROPAGAÇÃO: Por estacas de galho retiradas após floração da planta.

Curiosidade: Para conseguir comercializar a planta na época do Natal no Brasil, os produtores diminuem a luminosidade em seus viveiros, pois da forma normal, sua floração não aconteceria nesta época e sim quando os dias são mais curtos e as temperaturas mais baixas. Veja abaixo imagem da que tinha na chácara que  floresce de forma natural no inverno.

PREÇO: Varia conforme tamanho da planta, é comercializada em potes de diversos tamanhos.

Onde comprar FLOR-DE-NATAL, POINSÉTIA - ( Euphorbia pulcherrima )


IMAGENS DESSA POSTAGEM: Fiz nas Garden de Holambra e na chácara onde morei, pode ser usadas desde que mencionada a fonte.

2 de dez. de 2025

ESTRELA-DO-EGITO, PENTA - ( Pentas lanceolata )

 ESTRELA-DO-EGITO, PENTA - ( Pentas lanceolata )

Pentas lanceolata, Pentas carnea, Ophiorrhiza lanceolata.

NOME CIENTÍFICOPentas lanceolata.

NOME POPULAR: Pentas, estrela-do-egito.

Nota: Seu nome popular é devido sua flor ter o formato de uma estrela de cinco pontas.

SINONÍMIAPentas carnea, Ophiorrhiza lanceolata.

FAMÍLIA: Rubiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

Nota: Apesar de perenes após 2 anos, a planta perde o vigor inicial, sendo necessário o replantio.

ORIGEM: África Tropical e Arábia.

PORTE: Chega atingir 1 metro de altura.

Nota: Existe variedade anã com 30 cm de altura.

FOLHAS: Opostas, de coloração verde, lanceoladas, com nervuras bem definidas e cobertas por uma fina camada de pelos.

LEAF  Pentas lanceolata, Pentas carnea, Ophiorrhiza lanceolata.


FLORES: As inflorescências despontam quase todo ano, são formadas de pequenas flores no formato de uma estrela de cinco pontas, de coloração branca, vermelha, rosa-claro, rosa-forte e lilás, atrai beija-flores e borboletas.

FLOWER  Pentas lanceolata


Nota: Melhoramentos genéticos foram feitos nesta planta, sendo encontradas flores com cores diversas.

CAULE: Base de textura lenhosa, os ramos a exemplo das folhas também são cobertos por pelos.

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Aprecia solo mantido sempre úmido, mas não encharcado, regar dia sim, dia não, com maior quantidade nos dias quentes e menor nos dias frios.

CLIMA: Aprecia clima quente e úmido.

PODA: Com objetivo de melhorar sua estética, pode ser realizada na época que estiver praticamente sem flores.

CULTIVO: Aprecia solo rico em matéria orgânica. Sugestão de mistura: 2 partes de composto orgânico, 1 parte de terra comum de jardim e 1 parte de terra vegetal.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião da preparação do canteiro misturar cerca de 5 colheres de sopa de NPK, fórmula 04-14-08 por metro quadrado.

UTILIZAÇÃO:  Pode ser cultivada em vasos, jardineiras, usados maciços, bordaduras e ao longo de muros.

PROPAGAÇÃO: Por sementes, estaquia e divisão da planta.

PREÇO: Varia conforme tamanho da planta e vaso, para quem vai fazer um canteiro e não aproveitar os vasos vale a pena comprar sacos a muda que são bem mais baratos,

IMAGENS DA POSTAGEM: Fiz em Holambra / SP na Gardencenter Cidade das Flores em Holambra / SP.

27 de nov. de 2025

CÓLEUS, CORAÇÃO-MAGOADO - Solenostemon scutellarioides

 CÓLEUS, CORAÇÃO-MAGOADO - Solenostemon scutellarioides 

Solenostemon scutellarioides, Coleus blumei, Ocimum scutellarioides, Solenostemon blumei.

NOME POPULAR: cóleus, coração-magoado.

NOME CIENTÍFICOSolenostemon scutellarioides. 

SINONÍMIAColeus blumei, Ocimum scutellarioides, Solenostemon blumei.

FAMÍLIA: Labiatae (Lamiaceae)

CICLO DE VIDA: Perene.

Nota: Apesar de perene é cultivada como bienal, pois a planta perde o vigor inicial, fica espigada e feia.

ORIGEM: Java.

Nota: É encontrada uma grande quantidade de plantas híbridas, que foram desenvolvidas em laboratórios, sendo utilizado o cruzamento de muitas espécies do mesmo gênero.

PORTE: De 40 a 90 cm de altura.

FOLHAS: Bastante ornamental, de coloração bem variada, com diversas tonalidades de verde e vermelho, algumas também com roxo e amarelo.

LEAF: Solenostemon scutellarioides, Coleus blumei, Ocimum scutellarioides, Solenostemon blumei.


FLORES: As inflorescências são compostas de pequenas flores de coloração azul e branca, despontam na parte terminal da planta e não tem grande efeito ornamental.

Flower: Solenostemon scutellarioides, Coleus blumei, Ocimum scutellarioides, Solenostemon blumei.


LUMINOSIDADE: Meia-sombra e sol pleno.

ÁGUA: Aprecia solo mantido sempre úmido, mas não encharcado, regar de 2 a 3 vezes por semana, variando a quantidade conforme o clima.

CLIMA: Prefere clima quente e úmido e não tolera geada.

PODA: Folhas e inflorescências secas podem ser cortadas, evite arrancar para não deixar o caule exposto deixando uma “porta aberta” para entrada de doenças.

CULTIVO: Deve se cultivado em solo com boa drenagem, no caso de solo argiloso, deve ser removida uma camada e misturar areia grossa de construção e composto orgânico.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio das mudas misturar no substrato, esterco animal sempre muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Fica muito bonita quando usada em maciço e bordaduras.

PROPAGAÇÃO: A multiplicação é realizada por estacas-ponteiro e sementes.

SIGNIFICADO ESPIRITUAL: Está ligado à renovação interior, Cura emocional amor próprio e autoestima. No Feng Shui está associada ao elemento fogo, ajudando a estimular a criatividade e superar a estagnação. 

FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Holambra / SP.